quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Aprendi...


Aprendi, em pouco tempo, muito.
Aprendi, que nem tudo que eu quero eu posso.
E que as coisas que eu não consegui, é porque não 
Valiam à pena ter, nem correr atrás.
Aprendi dar valor às coisas simples da vida.

Aprendi, que quando olho para o passado eu vejo onde errei.
E quando olho para os lados, sinto o presente, que nem
Sempre é como queremos ou imaginamos no passado e 
Pretendíamos que fosse no futuro.
Ao inventar o futuro (ah... esse sim! a grande incógnita da minha vida),
Apesar de já saber o que quero, ele é incerto, esperto, discreto... É meu.

Aprendi, que em alguns momentos eu deveria ficar calado, mas,
Também aprendi que se ficasse mudo, não saberia da verdade,
Não entenderia a realidade, que estava na minha frente a todo tempo,
No entanto, não queria enxergar ou ignorei sua existência.

Aprendi, que quando se olha além, não se enxerga o real.
Enxerga-se até onde seus olhos alcançam, porém, não é o
Limite e sim o começo da próxima etapa e assim até o meu fim.
Isso é a vida, sem limites, sem barreiras, infinita para se sonhar.

Valeu à pena, ter vivido, ter errado, ter consertado, ter aprendido.
O que seria do aprendizado sem a ignorância, do acerto, proveniente de um erro.
Os opostos se juntam para dar sentido, para serem compreendidos, pois um sem o outro é como se nada acontecesse e como se tudo perdesse seu real valor.

Não preciso estar junto ou sozinho, necessito apenas de estar bem comigo mesmo.
Isso agora eu tenho, consegui, entendi, aprendi...

(Ricardo)

Nenhum comentário:

Postar um comentário